Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

sabadao-da-onda
No comando: SABADÃO DA ONDA

Das 8h às 12h

bom-dia-noticia
No comando: BOM DIA NOTÍCIAS

Das 07h às 09h

banner-alo-tradicao
No comando: ALÔ TRADIÇÃO

Das 12h às 13h

que-beleza
No comando: QUE BELEZA

Das 12h às 18h

debate-da-onda
No comando: DEBATE DA ONDA

Das 13h às 14

paradao-de-sucessos
No comando: PARADÃO DE SUCESSOS

Das 13h às 24h

super-tarde
No comando: SUPER TARDE

Das 14h às 16h

mix-da-onda
No comando: MIX ONDA JOVEM

Das 16h às 17h

transmissao-da-missa
No comando: TRANSMISSÃO DA MISSA

Das 18h às 19h

onda-rural
No comando: ONDA RURAL

Das 19h às 21h

que-beleza
No comando: PAIXÃO SERTANEJA

Das 19h às 21h

madrugada-de-sucessos
No comando: NA INSÔNIA

Das 00h00 às 04h30

manha-sertaneja
No comando: MANHÃ SERTANEJA

Das 04h30 às 06:20

informativo-fecoagro
No comando: INFORMATIVO FECOAGRO

Das 06h20 às 06h30

mensagens-de-fe
No comando: MENSAGENS DE FÉ

Das 06h30 às 07h00

programa-do-tio-nego
No comando: TIO NEGO

Das 07h30 às 12h

clube-da-onda
No comando: CLUBE DA ONDA

Das 09:00 às 11:00

tricotando
No comando: TRICOTANDO

Das 11:00 às 12:00

musica-para-milhoes
No comando: MÚSICA PARA MILHÕES

Das 12:00 às 13:00

Grupo auxilia mulheres que sofreram violência psicológica

Compartilhe:
Imagem: Internet

Desde o ano passado a psicóloga Laís Steiner se dedica a reunir e amparar mulheres que tenham sofrido com esse tipo de violência

Em 2017, dados oficias relatados na pesquisa “Visível e Invisível: a Vitimização de Mulheres no Brasil”, realizada pelo Datafolha, revela que 66% dos brasileiros já presenciaram uma mulher sendo agredida física ou verbalmente. A violência doméstica no Brasil é assunto sério, mulheres são agredidas por seus parceiros todos os dias, e nem sempre essas agressões deixam marcas físicas. A violência psicológica é um problema enfrentado por muitas mulheres em todo o Brasil, e também no sul catarinense.

Pensando em amparar e reunir mulheres que tenham sofrido algum tipo e violência psicológica na cidade de Criciúma e região, a psicóloga Laís Steiner mantém, desde o ano passado, um grupo de apoio. “Comecei a me interessar pelo tema quando uma das minhas amigas me contou os problemas que tinha enfrentado no seu relacionamento”, relata a psicóloga.

Laís reforça que é possível que a vítima tente esconder dos seus amigos e familiares a violência que vem sofrendo do marido ou namorado e, para isso, é preciso estar atento aos sinais. “Geralmente essas mulheres se afastam, se isolam. Elas costumam acreditar que possuem culpa, o parceiro acaba manipulando os seus pensamentos e induzindo a mulher a agir e pensar conforme seu posicionamento”, alerta.

Mesmo nos dias atuais, com o advento da internet e a informação cada vez mais próxima das pessoas, se engana quem idealiza um perfil da mulher violentada. “As mulheres muitas vezes são jovens, instruídas, bem colocadas profissionalmente, já que esse tipo de violência pode atingir qualquer pessoa”, lembra Laís.

Os encontros promovidos pela psicóloga são uma oportunidade para as vítimas dividirem experiências e se sentirem seguras, superarem o trauma e conseguirem realizar a denúncia contra seus agressores. Neste mês o encontro acontece no dia 20, às sete horas e trinta minutos, no Auditório São José, Sala 10, na Praça Nereu Ramos, em Criciúma.

Francisca D’altoé

 

Deixe seu comentário: