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Além dos cuidados práticos, a escolha do equipamento pode alterar totalmente o sabor da comida
Apaixonada pela confeitaria desde criança, Daniela Bussolo teve em casa uma das suas grandes inspirações. “Minha mãe sempre trabalhou com esse tipo de produto e eu e minhas irmãs tivemos sorte de aprender com a melhor”, revela.
A confeiteira viveu nove anos na Europa e garante que os doces brasileiros fizeram sucesso por lá. “Comecei levando minhas marmitas, as pessoas foram provando e me encomendando. Quando eu vi, já tinha uma clientela grande.”
No exterior, Dani teve dificuldade para encontrar alguns dos ingredientes das receitas, itens que para quem é brasileiro, são considerados comuns e de fácil acesso. “Eles não usam o leite condensado em nada. Tive que descobrir em quais lojas poderia encontrar esse produto, passei trabalho, mas depois que tinha todos os ingredientes as receitas foram ficando cada vez melhores”, explica.
A clientela foi crescendo e até o jogador da seleção brasileira, Thiago Silva, se tornou um dos clientes da confeiteira. “Por intermédio de uma brasileira que fazia decoração para festinhas, meus doces e salgados ficaram conhecidos e foram encomendados para três festas muito bacanas. Foi emocionante ver tanta gente experimentando e gostando das minhas preparações”, comemora.
Mesmo fazendo cursos e tendo na mãe a sua principal inspiração, Daniela adverte que nem toda receita é fácil e que também já passou por momentos de desespero na cozinha. “Já joguei muito pão de ló fora até entender qual era o problema. Acredito que foram mais de 30 tentativas, mas eu não desisti e hoje consigo fazer essa preparação de maneira rápida e deliciosa.”
Para quem está começando agora e quer executar uma receita doce, Dani dá algumas dicas.
A colher ideal: a confeiteira lembra que sempre cozinhou com a colher de madeira e, mesmo já observando outras profissionais usando colheres de silicone, ela prefere a convencional.
A panela ideal: para que o doce não grude, Dani aconselha o uso de panelas antiaderentes, já que com esse tipo de equipamento fica mais fácil cozinhar, não só doces, mas outros tipos de alimentos também.
Mexer sem parar: para que a textura do produto fique adequada, é preciso estar sempre atento ao processo de cozimento. A confeiteira avisa que o doce deve estar sempre em movimento e que as mexidas devem ser rápidas e constantes.
Francisca D’altoé